MUNDO GAY


Por: João Marcos Bezerra

Entendo que as pessoas têm liberdade para tomar as suas decisões e fazer as suas escolhas. Até mesmo porque Deus criou o homem com o livre arbítrio – liberdade para tomar decisões. Com isso, cada um pode fazer o que quiser com suas vidas, desde que não seja contra a lei ou prejudique terceiros.
Muitos têm declarado publicamente as suas escolhas sexuais. Não me incomodo com tais declarações. Respeito as pessoas, as suas escolhas e a sua luta contra a discriminação. Até combato esta também! Apenas me chateia a forma com que o movimento LGBT tem tentado “persuadir” à sociedade a aceitar as escolhas dos seus ativistas e também a forma com que se portam publicamente nesta luta.
Sou extremamente contra aos ataques homofóbicos, mas também não é aceitável que se crie uma lei que defenda esta minoria. Já existem leis que criminalizam qualquer ato de preconceito e discriminação. Façamos com que elas sejam aplicadas para todos os grupos sociais, pois tentar barrar a liberdade de expressão e de religião e a livre escolha do cidadão, como se pretende com a PLC 122, deveria também ser considerado crime.
Alguns ativistas alegam que o homossexualismo é genético. Isto é um dos mais absurdos argumentos que já ouvi. Deus criou o homem para a mulher e a mulher para o homem sem nenhuma mudança com o passar do tempo. Não há meio termo! Ele constituiu a ambos de uma fisiologia similar – órgãos com a mesma função, mas com constituição diferente. Os órgãos sexuais e reprodutores masculinos e femininos se completam na cópula. Não é possível que pessoas do mesmo sexo se completem neste ato, apenas com artifícios.
Tentam colocar a culpa no Criador ao usarem a genética como justificativa para o ser homossexual. “Eu nasci assim” – argumentam alguns. A também conhecida síndrome de Gabriela. Como Deus criaria uma condição sexual intermediária e colocaria a humanidade em perigo de “extinção”? Pode até ser exagero fazer esta afirmação, mas se todos os homens se tornassem gays e as mulheres lésbicas? Como seria a reprodução humana numa possível sociedade completamente homo-afetiva? (é apenas uma hipótese)
Seria necessário que mulheres se relacionassem com homens e vice-versa para que filhos fossem gerados. O que levaria a uma necessidade de um relacionamento bissexual ou um crescimento de fertilizações artificiais. Isso levaria a uma queda no número de gerados, pois nem todos se sujeitariam a isso. Outro detalhe, é que em muitas relações homoafetivas existe um que faz o papel de homem (ativo) e um de mulher (passivo). Então, acredito que isso prova realmente que há uma necessidade do homem pela mulher e da mulher pelo homem.
Esta conclusão não faz parte apenas do contexto religioso (evangélico, católico, muçulmano, judaico e outros). É também pensamento de muitos agnósticos, ateus ou daqueles de religião indefinida, porque acreditam que realmente a heterossexualidade é a condição padrão do homem e da mulher. Por isso, mais uma vez repito, não tem como relacionar esta escolha à vontade de Deus. Ele não fez e não faz ninguém homossexual.
Além desses argumentos, não poderia deixar de mencionar a visão bíblica. E para início poderíamos apenas citar a destruição de Sodoma e Gomorra, como consequência da abominação diante de Deus. Foi naquela cidade que os homens queriam abusar dos anjos devido à beleza destes. É também nas Escrituras Sagradas que vemos os seguintes versículos para mostrar o quanto o Senhor não aceita esta “condição” humana:

Se um homem se deitar com outro homem, como se fosse com mulher, ambos terão praticado abominação; certamente serão mortos; o seu sangue será sobre eles. (Lv 20.13)
Não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbedos, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus. (I Co 6.9,10)

Isso mostra que Deus não aprova o homossexualismo (Rm 1.21-32). Apesar de que algumas seitas “evangélicas” pregam que o Senhor aceita que o homo-afetivo mantenha a sua condição, batizando e celebrando casamentos gays, não há nenhuma defesa bíblica para tal. Porque isto é contrário à vontade de Deus. Tudo que fazemos contrário a vontade do Senhor é pecado e nos afasta Dele.
Todavia, o Senhor ama o pecador e deseja “que ninguém se perca, senão que todos venham a se arrepender” (II Pe 3.9). Para tal, Ele mandou o Seu Filho, Jesus Cristo, que além de levar à luz, libertar dos pecados, transforma (muda) a vida (a condição pecadora) e leva cada homem e mulher a eternidade (Jo 3.16). Com isso, o homem alcançará a Glória Eterna na presença do Criador, se e somente se, reconhecer que Jesus Cristo é o Filho de Deus e aceitar a Ele como Senhor e Salvador da sua vida.
Agora quero reforçar que estes argumentos não podem ser usados de forma alguma para discriminar, agredir ou matar pecadores, pois todos nós somos pecadores e carecemos da glória de Deus (Rm 3.26). Sem a graça do Senhor e a salvação de Jesus Cristo todos nós merecemos a morte eterna. “Mas Deus demonstra seu amor por nós: Cristo morreu em nosso favor quando ainda éramos pecadores” (Rm 5.8). Então, antes de condenar e atacar alguém considerado pecador, lembre-se que você também o é.
Para concluir, a sociedade é livre para caminhar para onde quiser, mas Deus é o Senhor de tudo e julgará a humanidade, tomando como base as escolhas de cada um. Então, antes que esse dia chegue não caminhe para mais longe Dele. Antes se volte e se reconcilie, abandonando qualquer condição que não seja natural. E o homossexualismo não é uma condição natural da humanidade, pois ninguém foi criado assim. Em algum momento houve uma escolha feita ou tendência aceita que não deve ser imposta a terceiros e muito menos a sua aceitação como algo normal e intocável a sociedade. Deus pode mudar a escolha de todo aquele que quiser e se arrepender. Então, se quiser, faça isso!
Deus abençoe a todos e nos faça entender o que é a Sua vontade!

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

SÓ QUEM PODE ME JULGAR É DEUS! SERÁ?!

CADMIEL: UMA HISTÓRIA SEM FIM

PRECISAMOS FALAR DE SUICÍDIO NA ADOLESCÊNCIA?